Comissão de Soluções Fundiárias realiza visita técnica em área ocupada há mais de 20 anos em Cascavel 27/02/2026 - 11:29
Na tarde desta quinta - feira (26) a Comissão de Soluções Fundiárias (CSF) do Tribunal de Justiça do Paraná realizou visita técnica a uma área rural localizada no município de Cascavel, no Oeste do Estado. A ação integra os trabalhos de acompanhamento e mediação de conflitos fundiários, com foco na construção de soluções pacíficas e socialmente responsáveis.
A visita foi coordenada pelo Juiz de Direito de Cascavel, Dr. Nathan Kirchner Herbst, e pelo Dr. Fabricio Mussi, com a participação de representantes da Defensoria Pública do Paraná, da Prefeitura de Cascavel e da Cohavel – Companhia de Habitação de Cascavel.
Estiveram presentes na agenda Mayara Guimdane, Sandro Camargo, Camila da Silva, representando a Prefeitura Municipal, Henrique Milani, da Cohavel, e Marcos Aurélio da Silva, chefe de Segurança da Guarda Municipal.
O Governo do Estado foi representado pela Superintendência-Geral de Diálogo e Interação Social (Sudis), órgão que atua na mediação de conflitos e na promoção do diálogo entre poder público e sociedade. O diretor de Gestão de Conflitos Fundiários da Sudis, Roland Rutyna, também participou da visita.
As famílias vivem no local há mais de 20 anos. Atualmente, há decisão judicial de reintegração de posse referente à área, que pertence ao município e possui indicação para a implantação de moradias populares, a serem organizadas pela Cohavel.
Durante a visita técnica, foram ouvidos moradores e representantes dos órgãos envolvidos, possibilitando uma análise mais ampla da situação social das famílias e das alternativas possíveis para o encaminhamento do caso.
A atuação conjunta entre o Tribunal de Justiça, o município e o Governo do Estado, por meio da Sudis, reforça a importância do diálogo institucional na busca por soluções equilibradas. A presença do órgão estadual evidencia o compromisso da gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior em atuar de forma preventiva e mediadora nos conflitos fundiários, priorizando alternativas que aliem segurança jurídica, responsabilidade social e respeito à dignidade das famílias.








